Imaginem-se neste ambiente festivo, mas transportados 200 anos no tempo em direcção ao passado, em pleno secúlo XVIII, com os feirantes trajados dessa época, espondo as artes de labor e o seu resultado no produto final de peças simples em materiais por vezes difíceis de moldar e usar e outros em que a subtileza era o segredo do sucesso, sem descuidar a gastronomia e doçaria artesanal que é sempre uma mais valia. A fechar com mestria assistem-se a danças e cantares ao som da música da altura, malabaristas e equilibristas mostram os seus talentos... fidalgos fazem duelos de espada, pastores lutas de varas, tudo por uma donzela e em defesa da sua honra e, pois claro, não faltou a tourada que mais parecia uma macacada, com homens "valentes" e mulheres "destemidas" a "pegar o boi pelos cornos", acabando tudo engalfinhado para gaúdio e gargalhada geral do público presente.
Impossível imaginar tal evento sem a presença de Sua Magestade a Rainha D. Maria I, que com a sua Corte e os seus Vassalos, sempre acompanhada pela Guarda Real, compareceu na festa deixando marca de presença neste evento tão importante para os seus súbditos. No final houve grande espectáculo, visto Sua Alteza não deixar os seus créditos por mãos alheias... e o povo adora! Afinal a palavra de ordem era ALEGRIA!!!
CARPE DIEM!

